História

A primeira capelinha foi mandada construir pelo Pe. João Becker, aos 24 de Junho de 1927. Em 09 de Junho de 1939, foi confiada à Província de São Pedro dos Padres Carlistas, na pessoa do Pe Rinaldo Zanzotti, tendo a missão de atender ao migrante.
À partir do dia 23 de Março de 2014, está sob a direção do Pe. Antonio Bortolamai e Pe Hermes Pergher, contando com o auxilio dos Padres do Seminário. A Paróquia conta com muitos leigos, engajados e divididos em 23 pastorais e movimentos, que atendem as pessoas da comunidade em diversos trabalhos e atividades.
Integram a Paróquia as Comunidades: Cond. Cristal, Cristo Operário (Monte Cristo), Nossa Senhora das Graças, (Campo Novo), Nossa Senhora do Horto, ( Kanasawa), Santa Edwiges,(JD Vila Nova), São Francisco de Assis, (Cohab), São João Calábria, João Batista Scalabrini,(Morro Quente) e Hosp. Vila Nova.


domingo, 20 de abril de 2014

Sábado Santo- Celebração da Luz


      A Igreja celebra nas últimas horas de Sábado Santo e nas primeiras de Domingo de Páscoa o principal e mais antigo momento do ano litúrgico, a Vigília Pascal, assinalando a ressurreição de Jesus.
     Esta é uma celebração mais longa do que a habitual, em que são proclamadas mais passagens da Bíblia do que as três habitualmente lidas aos domingos. Como desde o início do Cristianismo, nesta noite será conferido o batismo a diversas pessoas.
     A vigília começa com o ritual do fogo novo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus; o círio pascal é preparado: o presidente da celebração grava uma cruz; em seguida, traça no alto a letra grega Alfa, embaixo a letra Ômega e, entre os braços da cruz, os quatro algarismos que designam o ano em curso. E insere cinco grãos de incenso, em memória das cinco chagas do Cristo.
   O ‘aleluia’, suprimido no tempo da Quaresma, volta em vários momentos da missa como sinal de alegria.

A Liturgia da Vigília Pascal, riquíssima, divide-se em quatro partes:

1 - A Liturgia da Luz: durante a qual se acende o Círio Pascal e a Benção do Fogo, que simbolizam o Cristo morto e ressuscitado;
2 - Liturgia da Palavra: com cinco leituras de trechos do Antigo Testamento, intercalados de salmos e orações, através dos quais a Igreja medita sobre os atos poderosos de Deus na história da salvação da humanidade;
3 - Liturgia Batismal: recorda-se que, desde os primeiros séculos da Igreja, o Batismo esteve sempre intimamente ligado à Páscoa. Os catecúmenos recebem sacramentalmente as graças da Morte e da Ressurreição de Cristo, quando toda a Igreja celebra o memorial desses atos redentores. E é naturalmente a melhor das ocasiões para toda a congregação cristã renovar os seus próprios votos batismais;
4 - Liturgia Eucarística: somos sacramentalmente reunidos a Cristo vivo e ressuscitado, fazendo nossa a Páscoa do Senhor. É o climax natural da Liturgia Pascal. Salvo por fortes razões, não deve ser omitida e terá lugar sempre depois da meia-noite.





















  



 




















  































































 









































































































sábado, 19 de abril de 2014

Sexta-Feira Santa: Celebração da Paixão do Senhor e Via Sacra

   Às 15h, foi realizada a Celebração da Paixão e Morte do Senhor. Presidida pelo Padre Antonio e acompanhada pela comunidade. Após a homilia, a liturgia da Paixão do Senhor prosseguiu com a Oração Universal, pelas intenções mais importantes da Igreja, e, em seguida, a Adoração à Santa Cruz. A celebração concluiu-se com a Comunhão Eucarística.
     Seguida da Via Sacra, que iniciou na Matriz e finalizou na Capela Santa Edwiges, no Jardim Vila Nova. Com a participação das outras comunidades, foi um momento emocionante e significativo. A parte bonita, de contar a História da Paixão e Morte de Cristo, foi a participação dos paroquianos da matriz  e comunidades e, o envolvimento das pessoas e jovens que trabalharam para que este evento acontecesse.







 










































 


























































 


































































 






 














A Campanha da Fraternidade, trouxe para reflexão:

   Tema: Fraternidade e o tráfico humano de pessoas.
  
    Lema: É para a Liberdade que Cristo nos libertou”

      A morte de Cristo na cruz, não foi o fim. Foi o inicio da nova libertação.

     Em Cristo, homem e mulher, são resgatados por Deus, a fim de viverem a liberdade plena. Pois foi para a liberdade que Cristo nos libertou.
    Que esta Quaresma, reforce em nós o compromisso com a vida  e com a liberdade de todos.
    Pedimos ao Senhor, para nos revestir, do mesmo Espírito que ungiu Jesus e deu coragem para cumprir sua missão: de Ser libertador para os oprimidos e cansados.
    Que o Espírito Santo nos dê sabedoria para enxergar as realidades que precisam ser mudadas e coragem para poder auxiliar nas mudanças necessárias.